
Não nos bastavam os cantores pimba que nascem como cogumelos por esse país fora e os machos latinos, de camisa aberta até ao umbigo e cruz de ouro ao peito, cachucho no dedo e unha do mindinho a esticar-se toda para chegar sabe-se lá onde...
Não nos bastavam os pseudo-políticos que nem sabem onde está a nação, mas mantêm o olhar fixo nos inimigos (ou será concorrentes? Afinal disputam todos os mesmos tachos) prontos a arrancar-lhes o escalpe à mínima distracção (qual povo, qual causa comum!)...
Não nos bastavam os comentadores de televisão que encarnaram aquele jogo giro que os putos adoravam há uns anos - o Sabichão! Lembram-se? Seja qual for a pergunta, a resposta lá está, pronta e certeira. "Mai nada"! E o povo lá fica, parado em frente ao écrã, a achar que é estúpido, coitado...
Não nos bastavam aqueles jogadores de futebol que abdicaram de treinar os neurónios para se dedicarem em exclusivo ao treino dos músculos do pescoço para baixo. Porque é que os deixam falar, caramba???... Há honrosas excepções que todos conhecemos e apreciamos, felizmente. Mas são tão poucos.

Já temos coisas tão boas - o Emplastro, que é feito dele? - para que é que precisamos agora duma coisa destas?
JOSÉ CASTELO BRANCO armado em cantor de casa de putas!
Que é isto, meu?

E agora?
Como é que se explica isto às crianças, hein?
- "Mamã, o que é aquilo? É um homem ou uma mulher"
- "hãã...hum... pois, não! Quer dizer, é homem, mas não é!"
- "Mas chama-se José"
- "Pois, meu filho, é homem."
- "Mas tem cara de mulher"
- "Pois, pois tem. E se fosse só a cara!!! Ai... O homem quer ser mulher. E já foi. Mas depois desistiu de ser. Bolas... (baixinho) Como é que eu explico isto, porra?!..."
- "Oh Xiiiico! Anda cá explicar-me isto que a mãe não sabe nada. Aquela coisa é gajo ou gaja?"
- "Aquilo?... No masculino é paneleiro. No feminino é bichona. Na prática é uma merda que anda para aí a gozar com os tugas, que criticam, criticam, mas todos lhe dão atenção. Estúpido é que o gajo não é!"
- "Oh Xico! Francamente! Isso são formas de falar com o teu irmão?" Diz a mãe, reprovadora.
E pronto, precisávamos disto?
NÃÃÃÃOOOO!!!!
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